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  1. #6591

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    Re: Anteproyecto de Ley de Regulación del Juego: definido ya el impuesto

    Yo la verdad es que soy nuevo en esto de las apuestas, y me viene bien que haya foros como éste que informen acerca de la legislación que a ellas se refiere. Gracias!

  2. #6592

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    Re: Anteproyecto de Ley de Regulación del Juego: definido ya el impuesto

    Mañana hay unas jornadas donde se va a hablar de las apuestas cruzadas, entre otros estará Enrique Alejo, a ver si hay suerte y dicen algo de su regulación:

    http://www.sectordeljuego.com/detall...ia.php?id=5887

  3. Agradecimientos titosoria, bobsal, undy, Kanatlarovsky ha(n) agradecido este post
    Total: 4 Agradecimientos
  4. #6593

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    Re: Anteproyecto de Ley de Regulación del Juego: definido ya el impuesto

    La Comisión Europea da un paso más en el establecimiento de una ley común de juego online:

    http://www.sectordeljuego.com/detall...ia.php?id=5928

  5. Agradecimientos Gosomo, brotesverdes, titosoria, SELAH, bobsal ha(n) agradecido este post
    Total: 5 Agradecimientos
  6. #6594

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    Re: Anteproyecto de Ley de Regulación del Juego: definido ya el impuesto

    Hoy me llego un correo de un foro portugues en el que estoy registrado y habla sobre la Asociacion nacional de apostadores online(ANAon) que se ha creado en Portugal para evitar que pase lo que ha ocurrido aqui y en otros paises como Francia.
    Os lo pongo tal cual ya que se entiende bastante bien:

    [COLOR=#2A8FBD ! important]Posição da ANAon sobre a regulamentação do jogo em Portugal[/COLOR]
    Resumo:
    O objetivo do governo deverá ser o de criar uma lei que faça com que o mercado regulado seja competitivo e atrativo para os jogadores portugueses, desincentivando assim a utilização por parte destes do mercado não regulado.
    Pontos principais:
    1. - Liberdade para o apostador escolher o que jogar
    A futura lei deverá garantir que o apostador possa escolher em qual o produto que deseja jogar.
    Para tal, deverá ter a possibilidade de escolha de entre um leque alargado de oferta de produtos das casas de apostas (apostas desportivas, poker, etc.), e dentro das apostas desportivas a possibilidade de escolha entre vários desportos e modalidades de apostas (antes e durante os jogos).
    A limitação injustificada ou injusta de qualquer produto procurado pelos apostadores faz com que aumente substancialmente o risco de uma oferta paralela fora do mercado regulado (menos receitas para o estado).
    2. - Concorrência entre casas de apostas
    Um mercado de livre concorrência entre as casas de apostas garante uma oferta atrativa de produto para o apostador.
    Não vemos vantagem em limitar o nº de licenças. Julgamos ser mais benéfico para o estado (porque aumenta a receita) e para os apostadores (porque têm produto de melhor qualidade) que possa ser atribuída uma licença a cada casa de apostas que cumpra com os critérios.
    3. Liquidez internacional
    Um aspeto fundamental da futura lei é que não limite os apostadores ao mercado nacional que é reduzido.
    Um mercado reduzido não tem liquidez para que resulte atrativo os apostadores jogarem. Este aspecto inviabiliza, não só a presença de jogadores profissionais, como também reduz os prémios totais em jogo o que constitui um forte desencorajamento aos apostadores lúdicos.
    Se há menos interesse por parte dos apostadores, o mercado vale menos e, consequentemente, o estado receberá menos impostos.
    4. - Impostos aos jogadores
    O modelo fiscal que julgamos ser o mais adequado para o mercado português é o que se aplica no Reino Unido.
    Os prémios de jogo deveriam estar isentos de imposto para o apostador. Em contrapartida, as casas de apostas estariam sujeitas a um imposto adicional sobre o jogo que suportaria a carga fiscal pretendida aos jogadores.
    Esta medida faz com que resulte mais atrativo o mercado do jogo para os apostadores, e que, consequentemente, gere mais receitas para o estado. Adicionalmente, pouparia imensa burocracia.

    5. - Impostos às casas de apostas
    Os impostos às casas de apostas não poderão ser excessivamente elevados, caso contrário, o mercado Português não resulta viável para as casas de apostas, e, consequentemente, reduz a receita do estado Português.
    A taxa de imposto aplicar deveria situar-se entre os 15% e os 20% sobre os rendimentos líquidos das casas de apostas, à semelhança do que acontece noutros países europeus.
    6. - Proteção aos jogadores
    Deverá ser usada parte dos impostos cobrados sobre o jogo na proteção dos jogadores, tornando assim o mercado mais justo e apelativo para os jogadores:
    6.1.: Atribuir à comissão reguladora poderes para mediar de forma justa eventuais conflitos entre os jogadores e as casas de apostas.
    6.2.: Assegurar a integridade do desporto e combater a fraude.
    6.3.: Proteção frente à ludopatia:
    6.3.1. - Mecanismos de apoio social
    Deverá disponibilizar-se uma série de mecanismos de apoio social (centros de ajuda, obrigatoriedade de disponibilizar os seus contactos nas páginas das casas de apostas, opção de auto-exclusão, opção de limites temporais por sessão, etc.) para combater esta doença.
    6.3.2. - Limites de depósito
    Não nos parece justo impor um limite máximo de depósito uma vez que um comportamento problemático é inerente ao apostador e não ao valor disponível para apostar. Adicionalmente, tal medida limitaria os profissionais das apostas.
    6.3.3. - Utilizar as ferramentas do jogo on-line
    O jogo on-line permite fazer o seguimento do comportamento individual do jogador, de forma mais eficaz que o jogo presencial, permitindo detetar padrões de comportamento problemático e intervir prontamente, de forma preventiva, ou de forma mais assertiva em casos onde é alto o risco do jogador estar a desenvolver ludopatia.

  7. Agradecimientos Gosomo, titosoria, bobsal, cmv27 ha(n) agradecido este post
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  8. #6595

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    Re: Anteproyecto de Ley de Regulación del Juego: definido ya el impuesto

    Hola, la cosa como está a día de hoy? Ya sé que debería leer el foro, pero ahora mismo voy fatal de tiempo. Sólo quería saber si la gente del foro sigue sin apostar un euro y si lo de hacienda, de tributar por pérdidas, sigue igual.
    Gracias

  9. #6596

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    Re: Anteproyecto de Ley de Regulación del Juego: definido ya el impuesto

    Citar Originalmente publicado por Toffe Ver post
    Hola, la cosa como está a día de hoy? Ya sé que debería leer el foro, pero ahora mismo voy fatal de tiempo. Sólo quería saber si la gente del foro sigue sin apostar un euro y si lo de hacienda, de tributar por pérdidas, sigue igual.
    Gracias
    Es entendible que no te quieras leer todo el hilo de este tema, pero lo que si puedes hacer es leerte los últimos post, o sino aquí te pongo el link donde josel lo ha resumido perfectamente todo y según vas bajando vas viendo lo más reciente:

    http://foroapuestas.forobet.com/regu...del-juego.html

  10. Agradecimientos josel ha(n) agradecido este post
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  11. #6597

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    Re: Anteproyecto de Ley de Regulación del Juego: definido ya el impuesto

    Que buenos son no aprueban, de momento, las apuestas cruzadas porque todavía somos demasiado tontos para entenderlas...y por riesgo de amaños...

    http://www.sectordeljuego.com/detall...ia.php?id=5942
    Editado por men85, 25/10/12 a las 10:35 AM

  12. Agradecimientos titosoria, Kanatlarovsky, bobsal, Heidelberg, naranjito, Gosomo, bet_cgs ha(n) agradecido este post
    Total: 7 Agradecimientos
  13. #6598

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    Re: Anteproyecto de Ley de Regulación del Juego: definido ya el impuesto

    Citar Originalmente publicado por men85 Ver post
    Que buenos son no aprueban, de momento, las apuestas cruzadas porque todavía somos demasiado tontos para entenderlas...y por riesgo de amaños...

    http://www.sectordeljuego.com/detall...ia.php?id=5942
    Tenia curiosidad cuando pusisteis el link, pero no me ha sorprendido..

    Como he dicho, hay dos opciones que no se con cual quedarme
    - Es un inepto, que no tiene ni puta idea por muchos master y presidencias de empresas por las que haya pasado... y de verdad dice eso en serio..
    (tendria que prohibir todas las apuestas segun sus palabras.. pero bueno)

    - Es un espabilao que prohibe o retiene este tipo de actividad por alguna presion con la promesa de jubilarse en un par de años con un pico cojonudo...

  14. Agradecimientos naranjito ha(n) agradecido este post
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  15. #6599

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    Re: Anteproyecto de Ley de Regulación del Juego: definido ya el impuesto

    Esto es buenísimo:

    Antonio Para, de Codere, disintió e instó a dar tiempo al jugador para que se acostumbre al entorno online antes de introducir productos nuevos "más complicados y que requieren más conocimientos".

    Traen a la tal Tina Olsen, que es la equivalente Danesa de Alejo, y se supone que al estar allí las apuestas cruzadas reguladas seria un debate serio y se avanzaría algo...pues no, que nos tenemos que acostumbrar a esta mierda nos dice el amigo de Codere (Casas fisicas Victoria y tuvictoria.es)

    Salud y fraude!

  16. Agradecimientos naranjito ha(n) agradecido este post
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  17. #6600

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    Re: Anteproyecto de Ley de Regulación del Juego: definido ya el impuesto

    Reproduzco el artículo por el interés general en el tema

    La Dirección de Ordenación del Juego no aprobará las apuestas cruzadas a corto plazo

    Así lo manifestó durante una jornada técnica organizada por el despacho Deloitte. Enrique Alejo dijo que se está estudiando y se adoptará una decisión en consecuencia. Ayer, 24 de octubre, Deloitte organizó la jornada "Retos de las apuestas cruzadas y las máquinas de azar" en el Hotel Hesperia de Madrid.

    Uno de los intervinientes fue Enrique Alejo, director general de Ordenación del Juego, quien manifestó que están estudiando la posible aprobación de las slots y las apuestas cruzadas. Su intervención dejó a las claras que dicha valoración no se resolverá a corto plazo por lo que ambas modalidades tendrán que esperar para ser explotadas en el sector del juego online. La reflexión sobre si se autorizan o no está motivada por el componente adictivo de las slots y la propensión de las apuestas cruzadas a provocar riesgos de fraude tipo amaños o partidos concertados.

    Fernando Prats, director de Tributos y Juego de la Comunidad de Madrid, se mostró a favor del desarrollo reglamentario de estas modalidades al igual que Tina Olsen, directora de la Autoridad del Juego Danesa, quien informó que las slots "no representan ningún peligro de ludopatía para la sociedad" pues en su país mantienen estrictos controles de prohibidos con cerca de 2.000 registros.

    Por su parte María José Gallardo, vicepresidenta de R.Franco y Eduardo Antoja, presidente de FACOMARE (Asociación Española de Empresarios de Máquinas Recreativas), debatieron sobre esta posibilidad pero siempre desde el compromiso por respetar los intereses del sector presencial que tantos puestos de trabajo genera e impuestos aporta a las arcas públicas. De hecho, se consideró que ahora no era el momento de dar luz verde a ambas variantes de azar.

    También se desmitificaron algunos clichés propios de las apuestas cruzadas, como que para su práctica se debe ser un jugador profesional y la complejidad que suponen. Antonio Para, de Codere, disintió e instó a dar tiempo al jugador para que se acostumbre al entorno online antes de introducir productos nuevos "más complicados y que requieren más conocimientos".

    El evento abordó cuestiones de seguridad en el juego digital como la suplantación de la identidad, robo de credenciales y ataques informáticos y fórmulas para mejorar la tributación. La jornada contó con una notable asistencia de público y reunió a importantes representantes del sector on y offline.

  18. Agradecimientos Josepat, bet_cgs, naranjito ha(n) agradecido este post
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